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	<title>admin &#8211; Marcos Ferreira</title>
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	<title>admin &#8211; Marcos Ferreira</title>
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		<title>STJ: É possível embargos de terceiro contra penhora de imóvel ainda não entregue pela construtora</title>
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		<pubDate>Sun, 06 Sep 2020 19:39:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[3ª turma aplicou entendimento da Súmula 84.   domingo, 6 de setembro de 2020   Para a 3ª turma do STJ, o entendimento da Súmula 84 pode ser aplicado no caso de comprador que só não entrou no imóvel porque ele ainda não foi entregue pela construtora. Nessa hipótese, segundo o colegiado, mesmo sem a posse do  [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><u>3ª turma aplicou entendimento da Súmula 84.</u></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><u>domingo, 6 de setembro de 2020</u></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para a 3ª turma do STJ, o entendimento da <a href="https://ww2.stj.jus.br/docs_internet/revista/eletronica/stj-revista-sumulas-2009_6_capSumula84.pdf">Súmula 84</a> pode ser aplicado no caso de comprador que só não entrou no imóvel porque ele ainda não foi entregue pela construtora. Nessa hipótese, segundo o colegiado, mesmo sem a posse do imóvel e o registro público do contrato de compra e venda, é possível a oposição de embargos de terceiro, nos termos da súmula.</p>
<p><span style="font-style: inherit; font-weight: inherit;">Os ministros mantiveram acórdão do TJ/DF que desconstituiu a penhora de imóvel adquirido por uma empresa e que ainda não havia sido entregue pela construtora.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Consta nos autos que a construtora negociou o imóvel com uma consumidora, mas o contrato foi desfeito, e a compradora impetrou ação para reaver o que havia pagado. No âmbito da ação, foi determinada a penhora do imóvel para garantir o pagamento.</p>
<p><span style="font-style: inherit; font-weight: inherit;">A empresa que adquiriu a unidade – negócio formalizado antes do ajuizamento da ação em que se deu a penhora – opôs embargos de terceiro e conseguiu desconstituir a constrição sobre o imóvel.</span></p>
<p><span style="font-style: inherit; font-weight: inherit;">No recurso especial, a primeira compradora, autora da ação, sustentou que não seria possível a aplicação da Súmula 84 e que não haveria motivos para a desconstituição da penhora, uma vez que a empresa descumpriu o dever legal de promover o registro público do bem. Alegou ainda que a simples existência de promessa de compra e venda não é suficiente para a procedência do pedido formulado em embargos de terceiro.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Posse comprovada</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-style: inherit; font-weight: inherit;">A relatora do recurso, ministra Nancy Andrighi, destacou que a controvérsia ultrapassa a questão do registro da promessa de compra e venda como condição para os embargos de terceiro, “<em style="font-weight: inherit;">na verdade, o que se discute é a necessidade ou não de estar o comprador na posse do imóvel depois de quitá-lo</em>”.</span></p>
<p><span style="font-style: inherit; font-weight: inherit;">Como apontou a relatora, o imóvel só não estava na posse da empresa que o comprou em razão de ainda estar em construção. Todavia – observou a ministra –, o instrumento de compra e venda devidamente assinado pelas partes e por duas testemunhas &#8220;<em style="font-weight: inherit;">deve ser considerado para fins de comprovação de sua posse, admitindo-se, via de consequência, a oposição dos embargos de terceiro</em>&#8220;.</span></p>
<p><span style="font-style: inherit; font-weight: inherit;">Assim, ressaltou Nancy Andrighi, é admissível a oposição de embargos de terceiro fundados em alegação de posse advinda do compromisso de compra e venda, ainda que o imóvel disputado não tenha registro e esteja em fase de construção.</span></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Sem fraude</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Nancy Andrighi observou que o instrumento de compra e venda foi firmado em data anterior ao ajuizamento da ação de execução em que foi determinada a penhora, motivo pelo qual não se cogita fraude à execução ou má-fé da parte adquirente.</p>
<p>Quanto aos argumentos da primeira compradora sobre a impossibilidade de desconstituição da penhora, a ministra disse que a jurisprudência do STJ é pacífica na direção de permitir os embargos de terceiro nessa hipótese, &#8220;<em>ainda que a promessa de compra e venda tenha sido celebrada por instrumento particular desprovido de registro no cartório imobiliário</em>&#8220;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><u>Assim, o colegiado negou provimento ao recurso especial por unanimidade nos termos do voto da relatora.</u></strong></p>
<ul>
<li><u>Processo</u>: REsp <a href="http://www.stj.jus.br/webstj/processo/justica/jurisprudencia.asp?tipo=num_pro&amp;valor=REsp1861025">861.025</a></li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>Leia o <a href="https://www.migalhas.com.br/arquivos/2020/9/FD905DFB992375_embargosterceirostj.pdf">acórdão</a>.</p>
<p><em>Informações: STJ.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Fonte: Migalhas</strong></p>
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